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Moulin Rouge!

CRÍTICA
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Nota: 7,0

Grande entrada da 20th Century Fox! A entrada é mais um momento em que se pode ser criativo e oferecer uma boa experiência, ainda mais completa.
O filme começa por nos enquadrar no início do século XIX, chamemos-lhe a França de Émile Zola, com ruas escuras e sujas, pobreza e javardice. Atribuo estas ruas a este escritor pois foi quem me deu uma visão mais viva desta realidade.
Que dois ingredientes melhores que a demência e a extravagância para começar um filme? A mim cativou-me logo no início.
A vida boémia tem o seu encanto, revelando um lado oculto da sociedade, o chamado submundo. Neste caso específico, não é um mundo totalmente obscuro pois quando passamos as portas do Moulin Rouge entramos numa realidade cheia de energia, vida, cor, loucura!
Este filme conta com um elenco de luxo, principalmente pelos seus protagonistas. Nicole Kidman faz um papel brutal, destacando-se os espectáculos que ela representa, e Ewan McGregor surpreendeu-me pelos momentos musicais.
Os espectáculos em si são contagiantes pela sua complexidade e pelo mashup de músicas electrizantes e de tirar o fôlego.
A história, dentro da sua simplicidade – por seguir todas as normas da estrutura base de um drama, neste caso, romântico com traços de tragédia – consegue manter a tensão e o envolvimento necessários para não largarmos o ecrã.
Fiquei tão deslumbrado com o filme, e este é tão veloz, que foram poucas as notas que tirei. Basicamente é sempre a andar.
Já há muito tempo descobri que gosto de musicais e este veio reforçar este sentimento. Ainda não vi o musical que me fizesse desanimar totalmente.
Confirmo o que todos sabem, este é um grande filme, uma grande história de amor pintada com as cores e dedicação necessários.

Moulin Rouge!
Ficha Técnica