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The Godfather – Part II

CRÍTICA
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Nota: 9,2

Em retrospectiva é-nos apresentado o início. Não apenas o início da história de Don Corleone mas, por osmose, o início da imigração dos italianos para os Estados Unidos da América, no tempo em que a imigração para este país era menos complicada.
Também temos o prazer de conhecer os bairros italianos nos seus traços originais. Desde as casas às ruas mas, essencialmente, o convívio entre as pessoas dos bairros, os negócios locais, as festas italianas, em suma, o ambiente.
Esta é uma forma muito interessante de aprofundar, ainda mais, a personagem de Vito Corleone, muito para nos explicar Michael Corleone (Al Pacino).
A corrupção continua. Desde polícias a juízes, chegando a senadores, todos na mão da Máfia, ganhando com isso, obviamente. A corrupção alarga-se além-fronteiras, chegando a Cuba, revelando a grandeza da Máfia e exponenciando os lucros desta.
É neste enquadramento que ficamos a par de alguns pormenores históricos, como a revolução cubana que levou Fidel ao poder.
Neste segundo filme resolvessem muitas quezílias, acertam-se muitos pontos, queimam-se muitas pontas soltas, limpa-se a casa.
Michael Corleone faz jus à Honra através de uma jogada de mestre enquanto Vito Corleone mostra que as promessas são para a vida. La Cosa Nostra acima de tudo.
Aqui pensei que estes filmes tinham tudo para, no seu conjunto, fazerem um só. Digo isto porque no primeiro foi feita uma apresentação das personagens, fazendo com que fundamentássemos a nossa opinião, e neste segundo filme temos o pico da acção. Agora só falta o terceiro filme trazer uma conclusão a toda esta história.

The Godfather – Part II
Ficha Técnica